Sunday, January 08, 2006

 

General Urano comete suicídio no Haiti

Lula, nosso presidente 51 - aquele que quando não está bêbado está fazendo merda - acaba de colecionar mais um retrocesso nas suas "ambições" políticas junto à ONU. O General-de-Divisão Urano Teixeira da Matta Bacellar, comandante da missão militar no Haiti, suicidou-se segundo as primeiras informações, após uma tensa reunião na noite anterior com Reginald Boulos - presidente da Câmara de Comércio e Indústria Haitiana e Andre (Andy) Apaid, cidadão americano fundador da "Coalisão das 184 instituições cívicas" e um dos maiores exploradores de trabalho escravo do Haiti.

A imprensa brasileira vem há tempos denunciando que o Brasil se meteu em uma enrrascada. Várias reportagens citam a péssima política externa brasileira, e a esperança de usar a missão da ONU como "cartão de visitas" estava não só dando errado como sendo um pântano para nossas tropas. O seu antecessor no posto, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, já havia reclamado anteriormente da experiência na própria imprensa.

Em matéria publicada em dezembro de 2004, a revista Veja já denunciava o atoleiro em que o Brasil se meteu. E parece que o atoleiro está longe de acabar. Em outra reportagem, mais recente, a revista Veja sentencia: Um fiasco mundial: O escândalo do mensalão esconde a mais desastrosa política externa da história brasileira, onde mais uma vez a missão do exército no Haiti é lembrada "Só mesmo o governo Lula iria se meter no beco sem saída do Haiti e acreditar que se tratava de um atalho para o Conselho de Segurança da ONU."

O general Bacellar era casado, tinha 57 anos e tinha dois filhos. Estava havia 37 anos no exército brasileiro.
A missão da ONU no Haiti tem hoje 9.006 funcionários, sendo 7.265 militares, 1.741 policiais, 449 "internacionais" e 164 UNVs, além de 489 funcionários civis locais.


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