Thursday, July 24, 2008
Meu cão, meu amigo
Durante uma perseguição policial no estado da Flórida, um cachorro da polícia foi morto acidentalmente por um oficial que participava da perseguição.
O animal (no caso, o canino) foi cremado e as cinzas receberam "honras militares" no sepultamento. O suposto bandido foi indiciado por "ser o responsável pela morte ou machucar um cão-policial".
Policiais ("várias centenas", segundo o jornal) de todo o estado compareceram à cerimônia, e ao final marcharam em fila em frente à urna com as cinzas.
Oozi, de 7 anos, era um pastor belga ( inglês / português).
A notícia é do jornal Orlando Sentinel e pode ser lida aqui.
Wednesday, July 23, 2008
Enquanto no Brasil a moda é o Orkut, nos EUA a moda é o Facebook.
E na faculdade de medicina da universidade da Flórida os pesquisadores encontraram as páginas de alguns alunos com material de gosto, no mínimo, discutível.
Um deles usava um avental onde podia se ler "Clínica do dr. Kervokian", uma referência ao médico defensor da eutanásia.
Nada contra alguém fazer isso, mas... seja mais discreto! Lembre-se que os empregadores consultam a internet antes de contratá-lo!
A matéria é do jornal Orlando Sentinel, baseada no estudo The Intersection of Online Social Networking with Medical Professionalism , publicado pelo Journal of General Internal Medicine:
Aim: To measure the frequency and content of online social networking among medical students and residents.
Methods: Using the online network Facebook, we evaluated online profiles of all medical students (n = 501) and residents (n = 312) at the University of Florida, Gainesville. Objective measures included the existence of a profile, whether it was made private, and any personally identifiable information. Subjective outcomes included photographic content, affiliated social groups, and personal information not generally disclosed in a doctor-patient encounter.
Results: Social networking with Facebook is common among medical trainees, with 44.5% having an account. Medical students used it frequently (64.3%) and residents less frequently (12.8%, p < .0001). The majority of accounts (83.3%) listed at least 1 form of personally identifiable information, only a third (37.5%) were made private, and some accounts displayed potentially unprofessional material. There was a significant decline in utilization of Facebook as trainees approached medical or residency graduation (first year as referent, years 3 and 4, p < .05).
Discussion: While social networking in medical trainees is common in the current culture of emerging professionals, a majority of users allow anyone to view their profile. With a significant proportion having subjectively inappropriate content, ACGME competencies in professionalism must include instruction on the intersection of personal and professional identities.
Labels: american way of life, medicina
