Saturday, January 22, 2011

 

Doar

Hoje a noite estávamos discutindo no jantar sobre doação de órgãos. A religião judaica proíbe a doação. Mas a Dani e eu somos doadores.

Quando você doa seus órgãos, uma parte de você continua viva.
Spot da Y&R para a campanha da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

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Wednesday, February 17, 2010

 

Eu sei

Faça o bem, não importa a quem. Ontem comentei sobre o email enviado pela Fábia. Hoje eu fui até o Hemocentro - que fica ali junto da Santa Casa, para me cadastrar no AMEO - Associação da Medula Óssea (para quem está fora da cidade de São Paulo, veja outros endereços aqui).

E durante nossa próxima visita aos EUA, vou também me cadastrar no projeto semelhante por lá - Marrow.org. Um projeto muito antigo, por sinal.

Não sei...
se a vida é curta
ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
(trecho do poema Não Sei, de Cora Coralina)

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Wednesday, July 23, 2008

 

Facebook

Enquanto no Brasil a moda é o Orkut, nos EUA a moda é o Facebook.
E na faculdade de medicina da universidade da Flórida os pesquisadores encontraram as páginas de alguns alunos com material de gosto, no mínimo, discutível.
Um deles usava um avental onde podia se ler "Clínica do dr. Kervokian", uma referência ao médico defensor da eutanásia.
Nada contra alguém fazer isso, mas... seja mais discreto! Lembre-se que os empregadores consultam a internet antes de contratá-lo!
A matéria é do jornal Orlando Sentinel, baseada no estudo The Intersection of Online Social Networking with Medical Professionalism , publicado pelo Journal of General Internal Medicine:
Aim: To measure the frequency and content of online social networking among medical students and residents.
Methods: Using the online network Facebook, we evaluated online profiles of all medical students (n = 501) and residents (n = 312) at the University of Florida, Gainesville. Objective measures included the existence of a profile, whether it was made private, and any personally identifiable information. Subjective outcomes included photographic content, affiliated social groups, and personal information not generally disclosed in a doctor-patient encounter.
Results: Social networking with Facebook is common among medical trainees, with 44.5% having an account. Medical students used it frequently (64.3%) and residents less frequently (12.8%, p < .0001). The majority of accounts (83.3%) listed at least 1 form of personally identifiable information, only a third (37.5%) were made private, and some accounts displayed potentially unprofessional material. There was a significant decline in utilization of Facebook as trainees approached medical or residency graduation (first year as referent, years 3 and 4, p < .05).
Discussion: While social networking in medical trainees is common in the current culture of emerging professionals, a majority of users allow anyone to view their profile. With a significant proportion having subjectively inappropriate content, ACGME competencies in professionalism must include instruction on the intersection of personal and professional identities.

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Wednesday, February 27, 2008

 

Mau Hálito

Sua amiga - ou seu amigo - está com aquele cheirinho péssimo na boca? E não é só na hora que acorda? Mande um recadinho para ela/ele através da página da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca

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Monday, November 07, 2005

 

Juramento de Hiprócritas

A revista Veja dessa semana vem com a chamada de capa para refletir: Serenidade até o fim.

Eu tinha uma amiga - a Andrea, médica, que dizia que ela não tinha feito o juramento de Hipócrates, mas sim dos hipócritas. Drauzio Varella (Wikipedia) disse em um artigo que "O juramento de Hipócrates está tão antiquado que soa ridículo ouvir jovens recém-formados repetirem-no feito papagaios". Lembro ainda de uma colega, cujo pai ficou meses na UTI do Hospital Israelita Albert Einstein em estado de "semi-morte", com câncer no cérebro e metástase. A família "implorava" para que ele tivesse uma morte tranqüila (leia-se eutanásia), mas os médicos viviam prometendo melhora, embora toda a família soubesse que a única esperança era a da morte, e com muita morfina e sofrimento do marido, pai e avô...

O oncologista carioca Dante Pagnoncelli, do Hospital São Lucas resume em uma frase: "O médico brasileiro não é formado para atender quem vai morrer. Até o último dia do paciente ele encoraja o tratamento, mesmo sabendo que não há mais chance de vida"..

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