Wednesday, September 17, 2008

 

CSI - Criminal Scene Investigation

CSI é uma série famosa da tv americana, produzida por Jerry Bruckheimer e exibida pelo canal CBS.

Mas o caso aqui é mais prosaico... um velhinho japonês era casado mas sua esposa morreu. Ele decidiu então comprar uma boneca de silicone, uma das melhores. Quando ele ia mudar-se para a casa de um dos filhos, seu brinquedinho deveria "desaparecer". Desmembrar a namorada, digo, boneca, não era uma opção. Então, com sua mente calculista e o coração frio, ele decidiu abandoná-la a própria sorte nos bosques da província de Shizuoka, próximo da cidade de Izu.

A polícia japonesa foi chamada por um casal que passeava com seu cachorro pelo bosque e encontrou o "corpo". Quando o legista começaria a "autópsia", descobriram que era uma boneca de silicone.

A polícia japonesa prometeu encontrar "o engraçadinho que havia pregado aquela peça" neles, achando que tinha sido vítima de uma traquinagem de criança. Foi quando o velhinho decidiu aparecer e esclarecer toda a história.
Ele foi indiciado por ter jogado lixo em área inapropriada.

Se fosse no Brasil, os policiais teriam rifado a "garota" no presídio. Ou então feito um pacote do tipo "2 em 1": Compre um celular, leve uma mulher.

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Monday, June 16, 2008

 

Assassino processa o Estado

Um assassino está processando o Estado por ter tido acesso à faca que usou para cometer o assassinato.
Dá para entender? Teacher's killer sues for being given knife in cooking class. E desta vez, não foi nos EUA, mas sim na Austrália.

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Friday, April 04, 2008

 

Escola Base: Guarde este nome

Todas as vezes que eu vejo um grande caso - geralmente escabroso e de grande comoção nacional - me vem a memória o caso da Escola Base. Uma triste memória, em todos os sentidos.

Segundo o Globo.com, em março de 1994, vários órgãos da imprensa publicaram uma série reportagens sobre seis pessoas que estariam envolvidas no abuso sexual de crianças, todas alunas da Escola Base, localizada no bairro da Aclimação, na capital. Os seis acusados eram os donos da escola Ichshiro Shimada e Maria Aparecida Shimada; os funcionários deles, Maurício e Paula Monteiro de Alvarenga; além de um casal de pais, Saulo da Costa Nunes e Mara Cristina França.

Todos são inocentes até que se prove o contrário. Alguns são mais inocentes que os outros. Uns são culpados, mas nem por isso merecem a execração pública - não se promovem mais linchamentos em praça pública no Brasil, muito menos enforcamentos. Outros são réus confessos, durante todo o julgamento preferiram o silêncio, recusaram-se a falar - até mesmo em juízo, foram condenados mas... não estão presos. Na realidade, o exemplo mais clássico da chicana jurídica do Brasil não só não está preso como está em casa, cumprindo prisão domiciliar e NUNCA IRÁ PARA A JAULA.

Hoje, na hora do almoço, estava conversando com os meus colegas lembrei de alguns casos, todos com diferentes finais:

  • Caso da Escola Base
  • O assassino e réu confesso Antônio Marcos Pimenta Neves - que matou pelas costas a ex-namorada e jornalista Sandra Gomide, em 2000
  • Suzane Von Richthofen
  • Caso da rua Cuba
  • Que a Justiça seja feita. Mas lembrando que todos são presumidos inocentes até sentença transitado em julgado. Ou ainda "todo acusado é presumido inocente, até que seja declarado culpado por sentença condenatória, com trânsito em julgado" ( art. 5º, LVII, do Texto Constitucional, citado em acórdão do TRE-RO ).

    Para ler, pensar e refletir:
    O que imprensa aprendeu na Escola Base?

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